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	<title>Informações - Tecnologia, Cinema, Musicas</title>
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		<title>filme Aproximação</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[INFO dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[baixar, filme , aproximação , download dvdrip,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://daily-math.com/weblog/wp-content/uploads/2010/01/kickass_musthave_cover.jpg" alt="" width="150" height="250" /><br />
<strong>Sinopse: </strong>O pai de Ana falece e lhe faz                          um pedido inusitado no testamento. Ela deve ir  até                          a Faixa de Gaza conhecer a filha que teve na  adolescência.</span></p>
<p><span id="more-268"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  cineasta                          <strong>Amos Gitai </strong>é nascido em Israel                          e em seu mais novo trabalho, o filme <strong>Aproximação </strong>(Disengagement), a história a ser  contada                          se passa na desocupação da Faixa de Gaza.                          Para almejar certa imparcialidade, ele faz uma  opção                          inteligente na dinâmica das câmeras. A todo                          o momento o que se vê são planos bem abertos                          e sem grandes movimentações, fugindo da                          câmera documental tão em voga no cinema  contemporâneo.                          Se optasse por cortes e closes, haveria espaço                          para especular quais detalhes o diretor quer  ressaltar                          e orientar o olhar do espectador.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Com  isso, o                          filme acaba assumindo algumas características  teatrais,                          para o bem ou para o mal. A atuação de <strong>Juliette                           Binoche </strong>(Paris), por exemplo, pode  irritar quem                          não curte peças de teatro, mas pode ser                          bem recebida pelos fãs do tablado. Já o                          que foge da questão de gosto pessoal é a                          figura do rabino. Ele atravanca o  desenvolvimento do enredo                          de tal forma, que algumas pessoas vão torcer  para                          que haja uma cena de violência policial.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Outra  tática                          nessa estratégia da neutralidade é a falta                          de trilha musical. Há cenas interessantes com  uma                          cantora de ópera, mas a trilha clássica                          que toca ao coração é deixada de                          lado para não ficar apontando os momentos em que                           mais emoção deve ser investida.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  efeito colateral                          de tal escolha é deixar filme muito frio. Tanto                          que, na cena final, quando finalmente se tem a  trilha                          a todo vapor, fica praticamente impossível  resgatar                          a emotividade. </span></p>
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		<title>filme Lembranças</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[INFO dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[dvdrip, filme, lembranças, lançamento, baixar ou comprar dvdrip ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>Sinopse: </strong>Tyler saiu de casa depois que                          seus pais separaram e seu irmão mais velho se  suicidou.                          Ally vive plenamente depois de testemunhar o  assassinato                          de sua mãe. Os dois se conhecem e se apaixonam.</span></p>
<p><span id="more-266"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/rememberme_10.jpg" alt="" width="550" height="343" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Parece  que                          <strong>Robert Pattinson</strong> escolhe apenas  dois                          tipos de personagens para interpretar. Quando  não                          está envolvido com o fantástico e sobrenatural                          (<strong>Crepúsculo</strong>), ele é um                          rebelde jovem de classe abastada. Seu trabalho  em <strong>Lembranças</strong> (Remember Me) encaixa-se na segunda opção.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Assim  como                          em <strong>Uma Vida sem Regras</strong>, a mesma  questão                          é latente e não-discutida: é muito                          fácil rebelar-se e ficar em crise existencial  quando                          se tem certeza que no final do dia o papai vai  aparecer                          para pagar a fiança. Queria ver o rapaz se  preocupado                          com dívidas, ônibus lotado e tudo mais!</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/rememberme_11.jpg" alt="" width="550" height="343" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">No  entanto,                          <strong>Lembranças</strong> tem um argumento em                          favor do comportamento do protagonista: toda sua  crise                          foi iniciada pelo suicídio do irmão mais                          velho, um motivo mais adequado do que a rebeldia  sem causa                          do filme anterior.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O  roteiro demora                          para engrenar e, com isso, o filme só fica  verdadeiramente                          interessante nos últimos 20 minutos. Mesmo  assim,                          o desfecho é repetitivo e enfadonho.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/rememberme_13.jpg" alt="" width="550" height="348" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Outro  fator                          que pode irritar o público é o uso excessivo                          de trilha musical. É como se a direção                          e as atuações não dessem conta sozinhos                          de transmitir a emoção e é preciso                          apelar para a música&#8230; a todo tempo!</span></p>
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		<title>filme Ilha do Medo</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[INFO dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Download Ilha do Medo, Dvdrip, Baixar Filmes, Filmes gratis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">É notória a paixão e o  respeito de                          <strong>Martin Scorsese </strong>pelo cinema. E o  que                          digo não é óbvio. Boa parte das pessoas                          que fazem cinema, seja no Brasil ou fora dele,  não                          assiste cinema. Com o diretor de <strong>Os  Infiltrados</strong> e <strong>Gangues de Nova Iorque</strong>,  dentre tantos                          outros, a história é diferente. Ele não                          só é um dos grandes mestres do cinema atual,                          como está em constante busca de aprendizado com                          os outros mestres, sem desdém ou arrogância.                          Não raramente é possível vê-lo                          em documentários ou programas que expliquem a  história                          do cinema ou que façam uma análise de tal.</span></p>
<p><span id="more-264"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/ilhadomedo_8.jpg" alt="" width="550" height="366" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Tal  aglomeração                          de estudos e práticas fica evidente no novo  filme                          de Scorsese,<strong> Ilha do Medo</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Em  1954, os                          agentes federais Teddy Daniels (Leonardo  DiCaprio) e Chuck                          Aule (Mark Ruffalo) investigam o desaparecimento  de uma                          interna do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe,  localizado                          no ilha Shutter. Chegando no local, eles  encontram uma                          rebelião de presos, devido a um furacão                          que se aproxima da ilha, o que impossibilita-os  de sair                          de lá.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Usando de                          referências de filmes de suspense/terror, como<strong> O Bebê de Rosemary </strong>(Roman Polanski), <strong>O                           Iluminado </strong>(Stanley Kubrick), <strong>O  Sexto                          Sentido </strong>(M Night Shyamalan) e  coincidentemente                          com a dolorosa carga de terror psicológico de <strong>Anticristo </strong>(Lars von Trier), Scorsese mostra que é                           capaz de realizar grandes obras em quaisquer  gênero                          que se engaje. A trilha, os enquadramentos, o  tratamento                          dado à fotografia e os diálogos do roteiro                          são todos muito bem utilizados para criar a  atmosfera                          de um clássico filme do estilo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/ilhadomedo_9.jpg" alt="" width="550" height="366" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Como  o personagem                          de <strong>Leonardo DiCaprio</strong> tem muitos  pesadelos,                          o diretor aproveita a oportunidade para entregar  ao espectador                          cenas lúdicas com a dose certa de surrealismo e                          efeitos visuais.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> São                          poucas as pistas soltas sobre o mistério que  envolve                          a ilha Shutter e seu habitantes, o que fará  muita                          gente ficar impaciente por uma resolução                          dos fatos, já que por boa parte da projeção                          o roteiro parece não querer que o espectador  entenda                          muita coisa do que está vendo. Mas uma cena  crucial                          elucida o caso, bem ao modo hitchcockiano de  encerrar                          filmes, com cada detalhe (excessivamente)  explicado.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Como  uma andorinha                          só não faz verão no cinema, o diretor                          contou com uma equipe técnica de primeira e com                          um elenco sensacional, com nomes como <strong>Mark  Ruffalo</strong>,                          <strong>Emily Mortimer</strong>, <strong>Ben  Kingsley</strong>,                          <strong>Jackie Earle Haley</strong>, <strong>Max  von Sidow</strong>,                          <strong>Michelle Williams </strong>e<strong> Patricia                          Clarkson</strong>, além da boa atuação                          de <strong>DiCaprio</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/ilhadomedo_11.jpg" alt="" width="550" height="366" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> <strong>Ilha                           do Medo </strong>foi muito bem recebido pelo  público                          norteamericano (já ultrapassou a marca dos US$                          100 milhões de dólares arrecadados), apesar                          de ter estreado no último Festival de Berlim com                           certo desdém da crítica – fato não                          incomum para filmes do gênero.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> Se o  longa                          entrará para o hall dos clássicos de terror,                          só o tempo dirá. Mas uma coisa é                          certa: Scorsese é um mestre e soube bem  aproveitar                          suas referências, os mestres, com carinho.</span></p>
<p>﻿</p>
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		<title>filme Vidas que se Cruzam</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[INFO dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem filmes bons,  maravilhosos, brilhantes… adjetivo a gente coloca aos montes nas  produções que curtimos. Mas existe também os filmes perfeitos, que  causam aquela sensação agradável de ‘quero ver de novo agora’. Foi assim  que me senti após ver Vidas que se Cruzam, a estreia na direção  do roteirista Guillermo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Existem filmes bons,  maravilhosos, brilhantes… adjetivo a gente coloca aos montes nas  produções que curtimos. Mas existe também os filmes perfeitos, que  causam aquela sensação agradável de ‘quero ver de novo agora’. Foi assim  que me senti após ver <strong>Vidas que se Cruzam</strong>, a estreia na direção  do roteirista Guillermo Ariaga (<strong>Amores Brutos, 21 gramas, Babel</strong>).</span></p>
<p><span id="more-262"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/burningplain_1.jpg" alt="" width="550" height="360" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Para  começar, a trilogia que tornou Guillermo Ariaga famoso foi dirigida  pelo ótimo Alejandro González Iñárritu. Mas, após ver <strong>Vidas que se  Cruzam</strong>, ficou a impressão de que Ariaga poderia dirigir  perfeitamente os filmes que escreveu. Ele consegue, inclusive, dar mais  ritmo à trama do que Iñarritu. Mas não estou aqui para julgá-los, e sim  para falar do filme. Que é ótimo, melancólico, surpreendente, bem ao  estilo do Ariaga.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Não  vou entregar a história porque o bom é ver o filme e descobrir os  segredos dos personagens – e assim admirar o roteiro. O que você pode  saber é que a trama analisa o vínculo misterioso que une Mariana  (Jennifer Lawrence), uma jovem de 16 anos que procura recompor o  casamento de seus pais em uma cidade junto à fronteira do México, Sylvia  (a bela Charlize Theron- foto), uma mulher de Portland que transa com  desconhecidos, Gina (Kim Basinger, com rugas mas ainda em forma), a mãe  de Mariana, que tem um amor clandestino, e Maria (Tessa La), cujo pai  sofre um acidente de avião.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/burningplain_3.jpg" alt="" width="550" height="360" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Como  as vidas dessas mulheres vão se entrelaçar é a grande sacada do  roteiro, e aí a mão de Ariaga fica evidente: é o seu estilo, seu  jeitinho particular de desconstruir o tempo e unir algo aparentemente  sem o menor sentido. A direção acompanha o ritmo do longa, a montagem dá  show – especialmente na já antológica sequência final &#8211; a trilha sonora  pontua o filme com suavidade e melancolia, e o filme termina como tem  que terminar, dando a tal sensação de que foi realizado com perfeição.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>Vidas que se Cruzam</strong> inclui  tudo que Guillermo Ariaga costuma colocar em seus roteiros, muitas  histórias que se unem, acidentes, morte, superação, melancolia,  redenção. Mas, dessa vez, ele é quem diz que imagens suas palavras devem  ter.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Muita gente  vai dizer que o cineasta é repetitivo, e nunca vai sair da fórmula que  criou para contar suas tramas. Bobagem. Pedro Almodóvar e Sam Mendes  mudaram o rumo de suas carreiras enquanto Quentin Tarantino continua o  mesmo, ainda que fazendo filme de guerra.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/burningplain_4.jpg" alt="" width="550" height="360" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">É  possível se reinventar ou ser sempre o mesmo com criatividade e estilo.  Por enquanto, Ariaga está bom do jeito que é: denso, melancólico, indo e  vindo com histórias que nos conquistam rapidamente. <strong>Vidas que se  Cruzam</strong> é um dos melhores filmes do ano. E mais uma prova de que no  roteiristas que viram diretores conseguem brilhar além das palavras que  escrevem.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br />
</span></p>
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		<title>Soul Kitchen</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:39:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[download resumo baixar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color: #990000;"><strong><span style="font-family: Times New Roman,Times,serif; font-size: x-large;">Soul  Kitchen</span></strong></span><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br />
Conhecido por dramas como <strong>Contra a Parede </strong>(Urso de Ouro no Festival de Berlim de 2004) e <strong>Do Outro Lado </strong>(prêmio  de melhor roteiro no Festival de Cannes de 2007), o diretor alemão de  origem turca Fatih Akin realizou sua primeira comédia em <strong>Soul Kitchen</strong>,  um dos maiores sucessos da Mostra de SP.E o cineasta não decepciona:  o filme é leve, simpático, com roteiro simples mas redondinho e um  personagem principal carismático, defendido com charme pelo ator Adam  Bousdoukos, co-autor do roteiro com Akin.</span></div>
<p><span id="more-260"></span></p>
<p>Parte da história é  baseada na experiência real do próprio Bousdoukos, um alemão de origem  grega que teve um restaurante no bairro de Ottensen, em Hamburgo, o <strong>Taverna  Grega</strong>. Ele interpreta o protagonista Zinos Kazantsakis, que  enfrenta uma série de problemas para administrar seu restaurante de  bairro, o Soul Kitchen do título.</p>
<p>Zinos está passando por uma fase  ruim: o restaurante pode ser fechado por problemas fiscais e de  fiscalização sanitária, sua namorada vai se mudar para Xangai e seu  irmão, um presidiário que passa algumas horas do dia fora da cadeia  graças ao benefício prisão-albergue, só arruma confusão.</p>
<p>Para  piorar, ao arrastar uma pesada máquina no restaurante, Zinos desloca um  disco em sua coluna e passa a conviver com constantes dores. Mas ele não  se intimida com nada. Com simpatia e bom humor, e embalado por músicas  que inspiram o seu dia-a-dia, ele vai tentado resolver os problemas, um a  um.</p>
<p>Com personagens bem construídos em um roteiro que não cai no  lugar-comu, apoiado numa ótima trilha sonora e em um elenco excelente,  Akin faz de <strong>Soul Kitchen </strong>uma das melhores produções do ano,  daquelas que deixam os espectadores felizes por ter assistido algo tão  simples mas muito legal.</p>
<p>Impossível não se envolver com a história  e não se render ao charme de <strong>Soul Kitchen</strong>, um filme  absolutamente fofo.</p>
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		<title>dvd O Retrato de Dorian Gray</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:39:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Baseado em uma das obras  mais conhecidas do escritor Oscar Wilde, esta décima versão  cinematográfica da história será lançada brevemente nos cinemas  brasileiros. Desta vez, Quem irá interpretar Gray é Ben Barnes,  que fez “As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian”. O filme começa com  bastante gás, portanto, perde bastante força [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Baseado em uma das obras  mais conhecidas do escritor <strong>Oscar Wilde</strong>, esta décima versão  cinematográfica da história será lançada brevemente nos cinemas  brasileiros. Desta vez, Quem irá interpretar Gray é <strong>Ben Barnes</strong>,  que fez “As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian”. O filme começa com  bastante gás, portanto, perde bastante força e impacto do meio ao final.</span></p>
<p><span id="more-258"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">A história começa com um brutal  assassinato executado por <strong>Dorian Gray</strong>, livrando-se do corpo num  rio próximo, após encaixá-lo num baú. Sabe-se que ele agora herdara a  fortuna do pai, o conhecido Sr. Kelso. Após este pequeno prólogo, o  filme retorna um ano, mostrando o início de toda a intriga.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O filme conta a história fictícia  de um jovem chamado <strong>Dorian Gray</strong> na Inglaterra aristocrática e  hedonista do século XIX, que torna-se modelo para uma pintura do artista  Basil Hallward (Ben Chaplin, confortável no papel). Dorian tornou-se  uma fonte de inspiração para o pintotr, assim como para outras obras e,  implicitamente no filme, uma paixão platônica por parte do pintor (dái  tiramos toda a tensão homossexual latente no filme). Lord Henry Wotton  (Colin Firth, bem), um aristocrata cínico e hedonista típico da época e  grande amigo de Basil, conhece Dorian, seduzindo-o para sua visão de  mundo, onde o único propósito que vale a pena ser perseguido é o da  beleza e do prazer, numa espécie de ressurreição dos ideais helênicos. A  chegada de Dorian Gray ao HellFire Club vai mostrar isso, numa câmera  por vezes subjetiva, que passeia pelo submundo de Londres da Inglaterra  do século XIX.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/retratodedorian_1.jpg" alt="" width="450" height="278" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>Dorian  Gray </strong>é progressivamente corrompido pelo cínico Harry Wotton.  Enfeitiçado diante do seu novo retrato, Dorian proclama um desejo  fatídico: em troca da juventude eterna, dá a sua alma. Por décadas,  Dorian tenta escapar impassível enquanto leva à morte as pessoas que o  rodeiam. O seu retrato torna-se cada vez mais horrível com as marcas dos  seus pecado, correndo-lhe nas veias, a loucura.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Esta obra tornou-se um símbolo da  juventude intelectual e de suas críticas à cultura vitoriana,  despertando grande polêmica em relação ao seu conteúdo homoerótico.<strong> Oscar Wilde</strong>, apontado como o pai do decadentismo na Inglaterra, foi  preso por essa obra.<br />
Há referências a Hamlet, em especial a  personagem Ophelia. Uma das amantes de Dorian Gray vai encena a peça  durante o filme. Além dos símbolos marcantes, como o espelho quebrado  (azar) e o vermelho (paixão, ardência) que tintura a geleia, as fitas e  as rosas que aparecem a esmo durante o filme, temos bastante referências  literárias e históricas no filme, que apesar de perder o fôlego em  determinado momento chave da trama, apresenta-se como um exercício  acadêmico e cultural de muita força.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Com 100 minutos de duração, esta adaptação do  clássico inglês não é de todo ruim, mas poderia ser mais sombria e menos  lenta. O trabalho de edição e fotografia é digno de nota, assim como a  trilha sonora. A direção ficou por conta de Oliver Parker.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br />
</span></p>
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		<title>filme Caso 39</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[INFO dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[dvdrip download, caso 39, baixar filme em dvdrip, dvdrom gratis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>Caso 39</strong> é um filme  de terror bem acima da média. Com as filmagens encerradas desde 2007, a  produção enfrenta graves problemas de distribuição e pós-produção, com  cenas para refilmagem e outros curiosos casos de bastidores. Tal fato se  mostra bastante estranho: o filme é protagonizado por uma ganhadora do  Oscar (<strong>Renée Zelweger</strong>, de Cold Mountain) e, se comparado a outros  filmes da mesma linhagem, sai com saldo bastante positivo. A direção é  de <strong>Christian Alvart.</strong></span></p>
<p><span id="more-256"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/caso39_6.jpg" alt="" width="450" height="292" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">A  trama gira em torno da assistente social idealista (Zellweger) que luta  para salvar uma adolescente das mãos de seus pais abusivos. No entanto, a  mulher descobre mais tarde que a garota não é tão inocente quanto  parece e a situação é mais perigosa do que ela jamais poderia imaginar.  Lilith Sullivan, a tal menina misteriosa é o caso adicional que a  assistente recebe em sua mesa, chamado <strong>Caso 39</strong>. Ao adensar nas  investigações, Zelwegger descobre que os pais querem mandá-la para o  inferno, segundo relato próprio da menina. Enfrentando a todos, a  assistente acaba por desmascarar os pais da garota, conseguindo  inclusive a custódia da menina. Tem-se ai, um novo começo para a pequena  Lilith (a ótima Jodelle Ferland).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/caso39_5.jpg" alt="" width="450" height="292" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>Caso  39</strong> traz um excelente trabalho de som, além de sugar da fonte de  outros filmes de terror bem realizados, como <strong>A Profecia</strong> e<strong> O  Chamado</strong>: é um telefonema misterioso ou um cachorro ameaçador que  aparece do nada. A presença de Renné Zelweger como protagonista ajudou  bastante, dando maior credibilidade a uma trama que soube inclusive o  seu momento de acabar, sem deixar espaço para continuações  desnecessárias.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/caso39_4.jpg" alt="" width="450" height="292" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Assim  como o suspense <strong>Cálculo Mortal</strong>, protagonizado por Sandra Bullock  há alguns anos, <strong>Caso 39</strong> faz uma mescla entre o conflito do  presente, apresentando ilações com o passado. A atriz Renée Zellweger  ficou interessada na refilmagem americana de &#8216;<strong>The Eye</strong>&#8216;, mas o  filme foi cancelado, e com isso, ela aceitou participar da produção  tensa com 111 minutos de duração. </span></p>
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		<title>filme A Caixa</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:38:21 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Download, dvdrip, a caixa, baixar filme]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>A Caixa </strong>é um dos  filmes mais pretensiosos desta safra. Apesar de ter a atuação de Cameron  Diaz como um dos pontos altos da produção, é abusivo no que tange  utilizar nomes canonizados pelos estudos filosóficos para tentar  responder algumas questões levantadas pelo roteiro: o foco da vez é Jean  Paul-Sartre e sua máxima de que “o inferno são os outros”.</span></p>
<p><span id="more-254"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/box_5.jpg" alt="" width="450" height="298" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">A  pergunta lançada pelo trailer é instigante: o que você faria se lhe  entregassem uma caixa com apenas um botão e, se você o apertasse, lhe  deixaria milionário mas, ao mesmo tempo, tirasse a vida de alguém que  você não conhece? Norma Lewis (Cameron Diaz, ótima) é uma professora e o  seu marido, Arthur (James Marsden, confortável no papel), é um  engenheiro da NASA. Eles e o filho formam uma família que leva uma vida  normal morando no subúrbio. O filme começa em 1976, Virginia. As coisas  ganham novo rumo quando um misterioso homem aparece com uma proposta  tentadora. Norma e Arthur têm apenas 24 horas para fazer a escolha.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/box_4.jpg" alt="" width="450" height="298" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">Um  dos maiores problemas de <strong>A Caixa </strong>está no marketing: o trailer  exibido nos fornece uma idéia de suspense rápido, gotejando sangue aqui e  ali, alguns gritos e um final feliz. Negação total para os afoitos pela  cinematografia rasa: <strong>A Caixa</strong> nos força a entrar nas idéias do  existencialismo e suas temáticas, sendo a principal delas, a máxima de  Sartre “o inferno são os outros”. O embrião da frase formou-se logo após  o final da Segunda grande guerra mundial. O mundo estava chocado com  toda a barbárie injustificada e das relações cotidianas. O termo hoje é  muito utilizado em trabalhos relacionados ao medo na sociedade e também  nas relações conflituosas contemporâneas. Para Sartre, cada ser humano  tem o seu projeto pessoal e, se cada um possui o seu projeto individual,  conflitos surgirão à tona. Ao apertar o botão da caixa, resolve-se um  problema para si, portanto, trazemos danos à vida alheia. Nas palavras  de uma das personagens, morremos numa caixa (caixão), moramos numa caixa  a vida inteira (casa), andamos numa caixa (a rua, cidade, o país,  enfim, as comunidades imaginadas).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">O diretor optou por utilizar alguns momentos  dosados de nonsense, estilo em que várias informações aparentemente sem  sentido pululam nos diálogos e nas cenas. O filme é auto-explicativo em  seu prólogo, informando tudo sobre os mistérios da narrativa, que será  fechada de forma trágica.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><img src="http://www.cinepop.com.br/fotos2/box_3.jpg" alt="" width="450" height="298" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong>A  Caixa</strong> é baseado no conto Button, Button do escritor Richard  Matheson, conhecido por obras ligadas ao campo da ficção e fantasia, com  finais surpreendentes. Com direção de Richard Kelly, esta produção que  custou U$30 milhões possui 115 minutos de duração. <strong>A Caixa</strong> lembra  filmes como<strong> Invasores</strong>, <strong>Os Esquecidos</strong>, <strong>A Cidade dos  Amaldiçoados</strong>. O roteiro traz menos informações tecno-científicas,  colaborando com o fluxo da narrativa, visto que outro ponto fraco deste  gênero é o uso excessivo de informações desconhecidas pelo público em  geral, ligadas aos campos biológicos e etc, dificultando a mensagem aos  espectadores ansiosos do entretenimento de massa.<br />
</span></p>
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		<title>Viajo porque Preciso, Volto porque te Amo</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:37:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Viajo porque preciso, Volto porque te amo tem um dos títulos mais significativos que já vi. E o filme também tem uma marca pessoal e intransferível. Os aclamados Marcelo Gomes e Karin Ainouz conseguem uma narrativa ímpar com a história do geólogo José Renato (Irandhir Santos), enviado para realizar uma pesquisa de campo durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viajo porque preciso, Volto porque te amo tem um dos títulos mais significativos que já vi. E o filme também tem uma marca pessoal e intransferível. Os aclamados Marcelo Gomes e Karin Ainouz conseguem uma narrativa ímpar com a história do geólogo José Renato (Irandhir Santos), enviado para realizar uma pesquisa de campo durante a qual terá que atravessar todo o Sertão, região semi-desértica, isolada, situada no Nordeste do Brasil.</p>
<p><span id="more-252"></span></p>
<p>Mas onde está o protagonista no filme? A gente não vê. Ele está lá, com sua voz marcante, mas seu rosto fica na imaginação de cada um. O que fica claro são os sentimentos do personagem: a solidão e a mágoa se confundem com a paisagem árida pela qual ele passa.</p>
<p>Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo se estrutura como diário, ou impressões, de viagem. Sob a onipresente voz off de Irandhir Santos – que comenta as imagens, rememora o passado e fala diretamente com sua amada, Joana &#8211; Karim Aïnouz e Marcelo Gomes se utilizam de diversos suportes de captação para registrar as cenas através do ponto de vista do geólogo: 16mm, 35mm, Super-8, câmera digital, máquina fotográfica.</p>
<p>As múltiplas imagens (que os diretores coletaram entre 1999 e 2009) são fragmentadas, efêmeras e instáveis, tais quais os sentimentos conflituosos do personagem em relação à esposa – que ao mesmo tempo ama e odeia, que ora deseja retornar para casa, ora prefere que a pesquisa de campo nunca termine.</p>
<p>Viajo porque preciso, Volto porque te amo é uma viagem original e inesquecível, uma busca de um homem em torno de si mesmo e da saudade que o corrói, mas também o movimenta.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Filme Chico Xavier</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 03:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[baixar download, filme , Filme sobre Chico Xavier , dvdRip, Download ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme CHICO XAVIER, sobre a vida do  maior médium espírita do século XX, está sendo produzido pela Globo  Filmes e a Sony Pictures. O filme está orçado em 7 MILHÕES DE REAIS, um  dos filmes mais caros já produzidos no Brasil. O ator Nelson Xavier (67  anos), vai interpretar o líder espiritual no cinema, com direção de  Daniel Filho.</p>
<p><span id="more-249"></span></p>
<p><img title="Nelson Xavier" src="http://adventismoemfoco.files.wordpress.com/2009/05/nelson-xavier.jpg?w=213&amp;h=320" alt="Nelson Xavier" width="213" height="320" /></p>
<p>1- Como surgiu o convite para fazer  Chico Xavier no cinema?</p>
<div>
<p><strong>Nelson Xavier: </strong>Essa   história começou há cinco anos. O Marcel Souto Maior, que escreveu ‘As  Vidas de Chico’, me mandou o livro e um bilhete dizendo que gostaria que  eu interpretasse o Chico. <strong>Li o livro e fiquei estarrecido com o  poder de Chico</strong> (…) liguei para o Daniel, que é uma pessoa com  quem não tenho relação regular, e disse ‘Sei que você vai dirigir Chico  Xavier e quero fazer. Se você achar que estou muito velho, eu até faço  uma plástica.’ Segui minha vida até que um dia ele me ligou e disse: ‘A  resposta é sim’. Quando caí em mim, <strong>tive uma crise de choro.</strong>2- E como se preparou para o personagem?</p>
</div>
<div>
<p>NX: Em março fomos para Uberaba, em  Minas Gerais, na casa onde Chico morou, e para Pedro Leopoldo (cidade  onde Chico nasceu). Lá tem recortes lindos… Delirei, queria morar lá. É  um lugar de paz. Todos os lugares que ele frequentou são carregados de  uma energia arrebatadora. Nessas visitas tive notícias de muitos colegas  que visitavam o Chico.3- Qual foi a reação das pessoas quando descobriram que você viveria  Chico Xavier?</p>
</div>
<div>NX: Tanto as pessoas de Uberaba,  quanto o Daniel acham que, por eu não ser comprometido com o  espiritismo, vejo com mais amplitude. É um olhar de quem é de fora. O  filme vai ser um sucesso não só no Brasil quanto internacionalmente.”</div>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4-mxKPhFjAM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/4-mxKPhFjAM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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